Confraria fundada em 2011.
Um blog para contar histórias de ser feliz e voltar depois...
A boa música, a boa gastronomia, a sétima arte, e outras coisas, são os hobbies destes amigos apaixonados pela vida... Entre e pegue um copo!
Chove desde sexta. Uma chuva fina. Que não pára.
De acompanhante, a queda da temperatura. Nada exagerado.
Mas que nos lembra que o verão acabou e que aos poucos estamos adentrando o inverno.
Eu gosto da chuva! Eu gosto do inverno!
O clima é intimista e aconchegante.
É com este cenário que recebemos o convite dos amigos Luis e Nicole para assistirmos o show do artista Bruno Hrabovsky, curitibano, intitulado Pink Floyd ao Piano.
Chegamos eu e Jo em cima da hora no Teatro Municipal de Pomerode.
Uma bela e elegante casa de shows! Aliás, Pomerode é uma bela cidade!
Bruno iniciou o show apresentando-se e apresentando a banda. Declarou ser fã da banda e a "que mais ouviu e curtiu ao longo da vida!".
Mostrou conhecer a história da banda e dos integrantes.
Pois o encontro do mês de janeiro
de 2015 quase não sai, além da dificuldade de conciliação das agendas devido ao
fim de ano, Porto Alegre estava especialmente engarrafada, devido a um
vazamento na tubulação de água em uma das principais vias de acesso a cidade. O
congestionamento iniciava-se no antigo laçador e chegava (vejam só) até a
cidade de Canoas.
Em caso de uma Guerra, nossos
inimigos podem deixar a Capital Gaúcha isolada do resto do Estado, apenas
estourando dois ou três canos de água.
Mesmo com toda a dificuldade
logística enfrentada, pontualmente as 12:00 horas estávamos lá, eu, Vice Curtis
e Tom Aberton, logo após alguma espera, junto-se a nossa companhia o confrade
Guto Toniolo.
O local escolhido para nosso
almoço mensal foi o Restaurante El Toro, localizado dentro do Shooping Total - este
local tem toda a mágica de estar instalado em um prédio com mais de um século
de história.
Dave Mustaine e o seu Megadeth confirmam nova turnê na América do
Sul. Após sua passagem no ano passado acompanhando o Black Sabbath em sua turnê brasileira,
agora e a vez de Mustaine ser a atração principal.
Aproveitando a data comemorativa de 20 anos de lançamento do
clássico álbum Youthanasia, o Megadeath desembarca em solo Argentino no dia 01
de maio, e no dia 4 realiza show em São
Paulo.
Pois as vezes medimos as palavras para não parecer saudosismo,
os anos 80 foram demais e os 90 deixaram ótimas lembranças e um legado para as
gerações futuras.
Nos anos 90 vimos o nascimento do movimento Grunge e a resposta
inglesa através do Britpop.
Nos anos 90, o Nirvana sai do underground trazendo nova vida
ao rock com a sua , “Smell like teen Spirit”, um hino e um divisor de aguas - naquela
época, os sons que vinham da chuvosa Seatlle, marcariam a década.
Pois o Kings
of Leon prova que é uma banda “família”, formada basicamente por irmãos e
primos, o KOL lançou esta semana o clipe de "Temple", faixa do seu mais recente disco "Mechanical Bull".
Este vídeo, que está circulando pelas redes sociais, mostra a banda interagindo com crianças, também no clipe, podemos ver imagens que
parecem ser “reais” dos integrantes da banda com suas famílias - segundo a revista Rolling
Stone, as imagens fora do estúdio foram captadas em filmadora 8mm, o que dá o
efeito que vemos no clipe.
“Good wine is a kind and trusting friend
when taken with wisdom”, disse certa vez o Sr. William Shakespere. Mas quem suporta um vinho neste
calor ? Pois bem, o primeiro encontro de 2014, o antepenúltimo da tour III da
confraria Temperos do Rock, voltou para Canoas. Num dia escaldante de verão,
como estão sendo todos estes expressivos dias atuais de verão, nos juntamos por
2 horas para celebrar aquilo que a vida tem de melhor: um bom papo com amigos
regado a uma boa comida e, why not?, uma boa cerveja. Bem vindos ao dia
31.01.2014. Bem vindos à galeteria San Niccoló. E sem vinho. Baco que nos
perdoe.
Mesmo com as
dificuldades naturais do mês de Janeiro (férias, praia, calor...), tivemos
presença maciça dos confrades. A presença física ainda não foi suprimida por
nós. E sabemos o quanto ela é importante, mesmo em tempos de redes sociais e
outras bugigangas virtuais. Infelizmente, apenaso Sr. Luca Brasi, por motivos de trabalho, não pode comparecer. Fica
para a próxima. Os demais estavam todos lá, pontualmente, em torno das 12h. E
vale a grande ressalva e o grande destaque da majestosa presença do confrade
Sr. Guto Toniolo, que mesmo após 35 horas de viagem, tendo chegado na madrugada
do mesmo dia ao Brasil, marcou presença entre os amigos. Com um fuso de 10
horas no corpo, mas presente. Sensacional.
No cardápio
intelectual, claro, o papo sobre as viagens intercontinentais e as férias de
(quase) todos. O Sr. Chacon ainda tentou, sem sucesso, introduzir o tema da greve
dos ônibus de POA, que muito vem incomodando a todos e a todas. Mas o papo
seguiu para outros caminhos e cruzou Las Vegas, New York, Lisboa, Madri,
Mumbai, Nova Dhéli e terminou em La Paloma no Uruguai, retornando para POA. Ou
Ibirubá. Ainda deu tempo para falarmos de “O Lobo de Wall Street”, do Sr.
Martin Scorcese; e do ótimo “Um Corpo que Cai”, do Sr. Alfred Hitchcock; ambos
em cartaz nos cinemas.
No cardápio
intestinal, tudo aquilo que uma galeteria típica de turista e do bastatão oferece:
321 tipos de massa, galeto, costela de porco e outros apetrechos mais. Tudo
livre e liberado, com fartura espetacular. Algumas massas estavam excelentes,
com destaque para a Carbonara (muito apreciada por este e pelo Sr. Benetti) e
pela bela Rúcula com Tomates Secos. O maior destaque além-massa foi para o
entrecot mal passado e a lingüiça calabresa. O Sr. Guto e eu, que por força das
viagens, ficamos mais de 20 dias sem comer carne, agradecemos pelo cardápio e
nos lavamos de sangue. Mas o resto do pessoal não decepcionou e, obviamente,
alguém acabou falando que “desta vez comi demais”. Faz parte.
A parte
etílica ficou dominada pelas águas minerais. Como quase todos iriam viajar
durante a tarde ou à noite, então, desta vez foi (quase) sem álcool. Estrada
não combina com trago. Mas acabou rolando umas 3 serramaltes perdidas, ao menos
para o brinde, que foram logo dizimadas pelo cérebro e pelo corpo depois de
tanta comida. Sorte dos que não iriam viajar. E ainda teve a sobremesa com as
tradicionais torta de limão, pudim, creme e sagu, todas regadas a um belo café
expresso-preto-caliente para finalizar.
O ambiente é
de almoço de firma. O dono veio me recepcionar. Mesas confortáveis, um salão
simples, mas bem cuidado, bem pintado e com garçons eficientes. Mesas grandes
com os tradicionais almoços de sextas-feiras dos funcionários enjoados do
famoso bandejão de suas fábricas quentes. O serviço não é muito simpático, mas
o importante é que funciona (quem quer conversar com o garçom?). Tudo na
medida, rápido e quente. Como tem que ser. E os geradores de frio da Carrier
(ou qualquer outra marca dessas) seguraram bem os 38 graus de temperatura do
lado de fora.
As obras e
pérolas musicais entregues foram importantes para fecharmos arestas anteriores
e conhecer coisas novas. O Sr. Guto quitou o maravilhoso “CD show” do The Cure,
que havia dado um pequeno problema técnico na época que ele foi o anfitrião.
Trata-se do set list do show visto pelo próprio confrade em São Paulo, ano de
2013. Aliás, set list sensacional. Deve ter sido um baita show, como mesmo
relatou com retidão e emoção o nosso confrade indiano. O Sr. Benetti liquidou a
fatura com a última entrega do Rock Argentino, quase direto de Buenos Aires, que
o Srs. Guto e Chacon não haviam recebido no encontro anterior.
O Sr. Chacon
deu uma ideia importante: de fazermos uma lista de tudo o que já trocamos de
pérolas. Vou tentar organizar isso. A pérola do mês, entregue por este confrade
que vos escreve foi a banda portuguesa Ornatos Violetas, trazida diretamente da
cidade do Porto, norte da Terrinha. Uma mistura de sons diferentes, que flertam
entre o Ska, Rock, Pop e outros temperos. O CD continha os álbuns “Cão” e “O
monstro precisa de amigos”. É diferente (às vezes é um pouco engraçado escutar
rock cantado por este português um pouco diferente do nosso), mas espero que os
confrades apreciem.
Ainda deu
tempo para algumas combinações importantes, entre elas a camiseta da tour III;
que este ano será responsabilidade do Sr. Chacon. Temos ainda mais 2 encontros
para finalizar a tour; sendo o de fevereiro na casa do Sr. Délcio. Com a
promessa de tirar o dia, muita (e só) ovelha de todos os jeitos, cortes e
pontos de assado; quem sabe um barril de chope da Brahma (ninguém se opôs). Também,
com este calor, talvez tenhamos apenas a dificuldade em acertar a quantidade de
litros... Uma promessa de diversão garantida entre os 6 amigos. E ao vivo.
Pois hoje foi
um dia de despedida, a hora do Rush sai da programação da rádio Pop Rock para
dar lugar a algum programa igual a tantos outros que passam nas outras
frequências.
Talvez o
programa mais antigo do FM, nascido na Bandeirantes, passando pela Ipanema,
Felusp e finalmente na 107,1 Pop Rock – foram 30 anos de histórias e de bons
sons.
Realizei mais um sonho de adolescente. Sempre tive o desejo de conhecer os mentores de uma rádio.
Passaram-se os anos e eu ficava imaginando durante meus deslocamentos, fossem eles de ônibus, trensurb, carro ou a pé, quem era o locutor que embalou muitas tardes e noites regadas a alegrias, decepções e conquistas entre meus amigos, familiares e claro, a sós!
A música definitivamente é um condutor de sentimentos e momentos em minha vida, diria um cartão ponto ou talvez um HD externo e porque não, um confidente de um milhão de trips da minha vida? Um grande amigo inseparável.
Devo muita à música. Sou devoto, carola e cicerone dela. Com ela, construi amigos, inimigos e turmas.
Existem graus de conhecimento sobre a música. Você pode aprofundar ou não, como em qualquer profissão. Pra mim, sempre foi mais do que isso. Gosto de estudar a banda por completo, não aceito ficar viajando. Busco entender a origem do todo: integrantes, nacionalidade, se tem alguma bandeira, movimento, quero sempre o material inédito. Enfim, uma biografia completa.
A celebração
do dia mundial do Rock, ato simbólico decretado em 1985, com o Live Aid da
época, sempre desperta e inspira textos saudosistas. Até aqui nada de anormal, afinal,
considerando o contexto atual de relativa mediocridade e raros momentos
inspirados, temos muita coisa para celebrar do passado e nem sempre isso significa
abandonar o presente. Mas hoje, tirando o Foo Fighters... está cada vez mais
difícil ser roqueiro. E talvez resida nisso o fato de que ele nunca morre e
nunca morrerá.
Os textos que
celebram a data de hoje lembram os heróis e, principalmente, os anti-heróis do
passado. Nas imensas listas, jamais faltarão Elvis, Stones, Beatles, Queen,
Iron, Nirvana, Ramones, Led, Bowie, Pink, Doors, Police, Clash, Pistols, Oasis
e outras centenas de bandas Lado A e Lado B que são definidas como bandas de Rock,
mesmo que nem todas sejam, tecnicamente, uma banda de Rock. Estranho isso ? Pois
é, mas me parece que até isso são efeitos do Rock. Realmente, “it´s only rock´n
roll, but I like”, já cantarolava o Sr. Mick.
Um dos shows mais esperados pela confraria Temperos do Rock, com certeza. Não sei se na mesma proporção de The Wall (existe algo parecido com The Wall ?); mas que deve ser um baita show, isso sim, não há dúvidas. Mesmo para os mais céticos, como eu (sou réu confesso nesta história, já dizia o velho Tim).
Achei incrível e inusitada a forma que o Comandante da nave Soyuz, Chris Hadfield, que estava na Estação Espacial Internacional em missão nos últimos cinco meses, encontrou pra se despedir e retornar à terra.
Sugiro inclusive, que assistam aos vários vídeos que ele fez em órbita. Estes vídeos desvendam todas as coisas curiosas que sempre tivemos curiosidade de saber, mas que nunca ninguém nos explicou.
E melhor, de forma humorada!
Chamo atenção para o vídeo onde ele escova os dentes e da tentativa de temperar a refeição.
Bom, mas voltando ao vídeo. Ele escolheu uma clássica canção do camaleão
da música, e alterou algumas partes da letra, adaptando-a à sua
realidade na missão.
Ficou muito interessante! E ele leva jeito! Acho que interpretou muito bem!
Quem me conhece sabe que não sou fã de Beatles.
Mas música é história, e eu gosto de história. Gosto das pequenas histórias e das grandes também.
Pensar que um beatle tocou esta guitarra, e que ela vem hoje a leilão, é admirar a história.
Boa sorte ao sortudo que puder pagar! Grande peça!
Instrumento foi utilizado por John Lennon e George Harrison e foi dado de presente em 1967.
A
primeira vez que escutei The Doors foi em 1997. Tarde demais, eu diria; mas
antes eu escutava outras coisas. Na época, um colega de trabalho, durante o intervalo
do horário de almoço, disse que iria me apresentar uma banda que iria mudar
minha vida. E olha que isso já tinha acontecido 7 anos antes, com o Nirvana e o
seu Nevermind. A Light My Fire foi a música escolhida por ele para me apresentar Jim
Morrison e banda. E o resto é o resto.
Escutei
a música com a sensação que, claro, já a havia escutado 1 milhão de vezes. Verdade
ou não, é aquilo que acontece com qualquer música que, realmente, consegue
superar a barreira do pop instantâneo (ou, nos tempos de hoje, um sertanejo
pop). E outras músicas vieram em seguida...
Riders on the Storm, L.A.Woman... etc, etc. E logo eu iria comprar todos os
CD´s e alguns materiais da banda. DVD´s (poucos). Livros. E assistir ao filme
maluco do Oliver Stone era um programa clássico, pelo menos uma vez por mês.
Como
tudo na vida, o The Doors também passou. Passei a escutar com menos frequência,
não por escolha musical ou por desgosto, mas sim por opção. A escuta sempre foi
eventual. Até porque não são músicas de escutar no churrasco de domingo com a
família... e na medida que a vida segue seu curso, escutar The Doors passou a
ser uma atividade isolada e reclusa, quase que individual, se não fosse pela
companhia de um Red ou um Jack. E, claro, eventualmente na companhia de amigos.
Em
2008, tivemos uma redenção com um show do Ray e Robbie em Porto Alegre, se
chamando de The Doors. Baita show, um dos melhores que já fui, com certeza.
Pepsi on Stage lotado, cultivando e celebrando músicas eternas. O post deste
show já está aqui no blog. As minhas 2 horas no ano de 1967 foram incríveis. Show
que não esperávamos, não imaginávamos e nunca sonhamos. Estes parecem ser os
melhores. Como foi o do Roger Waters e seu The
Wall (2012). Como foi o da banda
Chiado no Factory em São Leopoldo (2012).
Jim
nunca foi exemplo pra ninguém, reconheço. E acho que ele nem queria isso. Ele
devia saber disso. Os jovens também deveriam saber disso. Minha admiração é
pela música e o que vem carregado nela (postura, estilo); nada mais. Era outra época,
outro local; nem é justo comparar com nada. Mas para uma banda que durou menos
de 5 anos, é preciso reconhecer que a contribuição para a história da música é
impressionante. E as músicas (ou boa parte delas) são eternas.
E
quis o destino que, em 2013, em Paris, eu fosse visitar Jim Morrison. Antes que
ninguém se assuste, eu não encontrei Jim caminhando na Rive Gauche. Foi no
cemitério mesmo. Depois de alguns dias muito intensos na cidade (e maravilhosos),
resolvemos investir uma manhã para conhecer os bairros Marais e Bastille. Pere
Lachaise era ali perto e então: por que não ir ? Depois de algum passeio por
perto, tomamos um metrô rumo ao cemitério. Confesso que relutei (em pensamento)
em ir... mas as coisas aconteceram muito naturalmente.
Nestes 10 anos que ficou sem lançar um disco de inéditas, o icônico artista britânico mostrou sua relevância para a cultura pop
Se nem parece que faz tanto tempo assim que David Bowie anda sumido é porque a importância de sua obra e a força de sua figura camaleônica e visionária nunca deixaram de marcar presença na cultura pop. Nesses 10 anos sem lançar um disco com faixas inéditas, Bowie fez muita coisa. A mais importante, sem dúvida, foi cuidar da saúde. Um problema cardíaco o fez interromper, em 2004, a turnê de promoção de Reality, disco lançado um ano antes. Cirurgia feita, coração em ordem — o casamento com Iman segue no curso apaixonado, e a filhinha deles, Alexandria, já é quase uma adolescente de 13 anos —, e Bowie desacelerou o intenso ritmo de produção que mantinha desde o final dos anos 1960 nos estúdios, nos palcos e diante das câmeras, como persona pública referencial da vanguarda na música, na moda e no comportamento que nunca deixou de ser.
Quem não se lembra do histórico final de um dos maiores filmes da história do cinema ?? Al Pacino muito bem, Andy Garcia bem... Sofia nem tanto. Mas Francis com sua genialidade neste final da trilogia, de quase 1 hora. Pois é, o mesmo show desembarca em POA pela nossa querida OSPA.